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abril 20, 2005

Desta vez pouparam trabalho ao Zapatero

A estátua de Millan-Astray (fundador em 1920 da Legião, no Marrocos espanhol) em Saragoça foi decapitada por um grupo auto-proclamado "Los Neo-Maquis".
José Millan-Astray (1879-1954) pertenceu ao departamento de propaganda dos nacionalistas em Salamanca, durante a guerra civil. Foi também o director do Corpo de Mutilados. Ironicamente, a sua estátua acabou também mutilada, por iniciativa de quem «pretende eliminar quaisquer vestígios fascistas das nossas aldeias e cidades».

Publicado por FG Santos às abril 20, 2005 11:53 AM

Comentários

O General Millan Astray que com base no Bushido criou o Credo Legionário, escreveu depois de ler Inazo Nitobè (escritor do livro O Bushido)- Os quatro votos que impõe o Bushido são: A Morte, A Fidelidade, A Dignidade, A Prudência.
O Caminho do Guerreiro é: Culto à Honra, culto ao Valor, culto à Cortesia e culto à Pátria.
Esses pulhas, filhos da puta ao praticarem esse nojento acto estão a negar e a atacar tudo aquilo em que o General e nós acreditamos.
Cada vez se nota mais que o pêndulo está de novo agitar-se...!
General Millan Astray!
Presente!

Publicado por: Legionário em abril 20, 2005 12:30 PM


Devem lembrar-se que em 12 de Outubro de 1936 na Universidade de Salamanca, ao ouvir o discurso do reitor Miguel de Unamuno criticando barbaridades praticadas pelos «nacionais» de Franco, Milan Astray sacou a pistola e apontou ao filósofo vasco gritando um «Muerte a la inteligencia! Viva la muerte!». Foi Carmen Polo, a esposa de Franco, que tomou o reitor pelo braço evitando que fosse ali assassinado...

Publicado por: f.limpo em abril 20, 2005 02:44 PM

muito bem, o f.limpo a repor a verdade dos factos.

quanto á 'decapitação', acho-a ridícula, como foi ridícula a 'decapitação' das estátuas de Lénin e Marx nos territórios do leste.
Decapitadas pelos seus servidores de décadas, ainda por cima.

"Cada vez se nota mais que o pêndulo está de novo agitar-se...!"

Impressão sua, meu caro, impressão sua.
O que se passa é que a Hora está já próxima.

Publicado por: Nelson Buiça em abril 20, 2005 03:01 PM

Lembrava-me desse episódio, até porque li há pouco o livro de Anthony Beevor sobre a guerra civil; não me lembrava era que o "protagonista" tinha sido Millan-Astray.

Publicado por: FG Santos em abril 20, 2005 03:05 PM

Já agora, uma sugestão de leitura:
http://www.lalegion.com/historia/millan_unamuno.htm

Publicado por: FG Santos em abril 20, 2005 03:24 PM

Verdade dos factos!!?
Quando ouço falar desta verdade dos factos só me apetece sacar da pistola!
Do acto de sacar para demarcar posição até ao acto de enfiar uma bala na cabeça dos letrados sinistros, vai alguma distância. E naõ era uma senhora (mesmo a dita) que ia impedir o General de abater o demagogo se a intenção fosse mesmo essa. Mas enfim fica sempre bem mencionar estas "verdades dos factos" vistas a frio e à fente do monitor!

Publicado por: Legionário em abril 20, 2005 04:33 PM

Salvo o devido respeito, f.limpo falta à verdade:

1º) Milan Astray, em sessão proferida na Reitoria da Universidade de Salamanca, e a propósito dos acontecimentos que então ocorriam em Espanha, a dado passo gritou: "Viva la muerte!";

2º) O Reitor da Universidade, Miguel de Unamuno, que ainda assim havia tomado partido pelo campo nacionalista no início da guerra, retorquiu e troçando do defeito físico de Milan Astray - faltava-lhe um braço perdido em combate no Rif -chamou-lhe não só mutilado físico, mas também mutilado de carácter, e gritou "Viva la Vida!".

3º) No momento subsequente, o grupo de legionários que acompanhava Milan Astray, apontou em reacção de fúria as suas armas contra Unamuno;

4º) Foi o próprio Milan Astray, apesar da ofensa que havia sofrido, que impediu que a situação se deteriorasse ainda mais, ao ordenar ao Reitor (na própria Universidade deste, note-se), que abandonasse a Reitoria de braço dado a Dona Carmen Polo, que como se sabe, era a mulher do General Franco.

Publicado por: JSarto em abril 20, 2005 05:52 PM

CAMISA AZUL

La música de esta canción corresponde al himno alemán "Die Fahne Hoch", y sus varias estrofas, de evidente traza jonsista, quedaron en el recuerdo de los combatientes de nuestra guerra de Liberación y no aparecieron impresas hasta la edición del "Cancionero juvenil" de 1954, existiendo una variante de las mismas en el libro de Rafael García Serrano, "La fiel Infantería".

+ + +

Camisa azul, el yugo y las flechas,
vestía yo, cuando aún dudabas tú.
Perseguido por izquierdas y por las derechas,
caía yo, cuando aún dudabas tú.

Despierta ya, burgues y socialista,
Falange trae: la Revolución,
la muerte del cacique y del bolchevique,
del holgazán y de la reacción.

Por el Honor, la Patria y la Justicia,
luchamos hoy en este amanecer,
y si la muerte llega y nos acaricia,
!Arriba España!, gritemos al caer.

La juventud está en nuestras filas,
y nuestro es también el porvenir.
España te haremos Una, Grande y Libre,
aunque nosotros, tengamos que morir.

Publicado por: Legionário em abril 22, 2005 11:16 AM

"...España te haremos Una, Grande y Libre...."

Pais Basco Livre

Bierran Jatai!

Publicado por: Nelson Buiça em abril 22, 2005 04:07 PM

É o sinal dos tempos

Publicado por: José Viriato em abril 23, 2005 12:58 AM


Hoje 24 de Abril de 2005, passam 102 anos sobre o nascimento em Madrid de José António Primo de Rivera, o criador dos versos «traerán prendidas cinco rosas/ las flechas de mi haz». E hoje Zapatero discursa na Festa da Rosa, em Valência. O espírito de José Antonio regressou em forma de Zapatero: o mesmo rosto iluminado, o mesmo perfil idealista, apesar das diferenças entre o católico e o maçon... Hoje José Antonio seria socialista, porque à direita é impossível realizar os ideais da reforma agrária e de justiça social do programa da Falange.

Publicado por: f.limpo em abril 24, 2005 05:38 PM

«Hoje José Antonio seria socialista»
Não me parece. Seria o que era na altura: fascista.

Publicado por: NC em abril 26, 2005 08:45 PM